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Press Releases
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Principalmente na época de inverno, temos de reciclar nossos hábitos em relação a uso de energia elétrica em nossas casas. Um deles é o chuveiro. Existe uma velha dica para economizar energia elétrica em nosso banho diário, como desligar o chuveiro enquanto o corpo estiver sendo ensaboado, e só ligá-lo novamente na hora de enxaguar, mas poucos fazem isto.
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A ABilumi – Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação, que tem sido uma das protagonistas do avanço tecnológico dos produtos de iluminação oferecidos ao mercado brasileiro, é uma das entidades que apóia a ECOBusiness, Feira e Congresso Internacional de Econegócios e Sustentabilidade, que será realizada em São Paulo no período de 31 de agosto a 2 de setembro, no Centro de Exposições Imigrantes. |
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A ABilumi – Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação, é uma das entidades que apóia o evento REDES SUBTERRÂNEAS/2010 - 6ª Exposição e Forum Internacional de Produtos, Serviços e Tecnologias para Redes Subterrâneas de Energia Elétrica, a ser realizado nos próximos dias 28 e 29 de julho de 2008, no Centro de Convenções Frei Caneca, no bairro da Bela Vista, em São Paulo (SP).
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A calculadora de eficiência energética disponível no site da Associação Brasileira dos Importadores de Produtos de Iluminação – ABilumi, - http://www.abilumi.org.br/ - mostra a economia que pode ser obtida na conta de luz mensal com a troca de uma ou mais lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas, o total economizado em um ano e o valor a ser economizado durante toda a vida útil da lâmpada. |
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A ABilumi – Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação vem a público declarar que recebeu com surpresa a imposição de licença prévia para uma grande parcela das importações brasileiras, inclusive as que se referem a produtos de iluminação, em especial as lâmpadas fluorescentes compactas. Grande parte dos produtos do setor de iluminação são voltados para eficiência energética. Vale lembrar que as lâmpadas fluorescentes compactas, que hoje tem o Selo ENCE ou Procel, são todas importadas. Isto significa que já precisavam de Licença prévia (LI), pois necessitam da autorização do Procel / Immetro para a liberação do processo de importação no sistema do Siscomex. Fica então a dúvida sobre se a partir de agora vai ser necessária mais uma LI.
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Hoje, as empresas associadas da ABilumi já têm condições de seguir as normas para medição de eficiência das lâmpadas idênticas às utilizadas nos países mais adiantados. Tanto as especificações que são enviadas aos fornecedores como os testes que são realizados no recebimento seguem normas técnicas vigentes. Para essa medição, são utilizadas esferas, um equipamento que permite medição direta do fluxo luminoso emitido por uma fonte luminosa.
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A ABilumi – Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação recebeu o troféu do Selo Procel 2008 durante cerimônia realizada no dia 17 de dezembro, no Rio de Janeiro. O objetivo da premiação foi destacar o trabalho realizado por empresas e entidades na orientação ao consumidor no ato da compra, promovendo e indicando os produtos mais econômicos em termos de gasto de energia.
Em seu discurso, o presidente da entidade lembrou que o Programa Brasileiro de Etiquetagem, só em 2008, contribuiu com o equivalente à geração de energia de uma hidrelétrica de 942 MW, sendo a substituição por lâmpadas fluorescentes compactas e circulares responsáveis por 49% deste volume.
Na foto, o presidente da ABilumi, Alexandre Cricci, recebendo o troféu das mãos do presidente do Inmetro, João Alziro Hertz da Jornada.
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Em termos de iluminação, são quatro os principais mitos identificados por um estudo feito pelo o Conselho Americano para uma Economia Eficiente Energeticamente (ACEEE, na sigla em inglês), que apresentou também a recomendação verdadeira para cada um. |
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Segundo o relatório “Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2008”, distribuído nesta semana (em 4/6) pelo IBGE, um dos poucos momentos em que a economia brasileira registrou, comprovadamente, um aumento da eficiência energética, foi na época do apagão, em 2001, quando foi atingido até 0,091 tep/R$ 1 mil. Naquele ano foram introduzidas no Brasil as “lâmpadas econômicas”, como são popularmente chamadas as lâmpadas fluorescentes compactas. Como o país ainda não estava preparado adequadamente para enfrentar a escassez de energia, a situação deu margem para que fossem colocados no mercado produtos de todo tipo, inclusive os de baixa qualidade. Passados dez anos, a situação é outra. |
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A regulamentação determina que a partir de 13 de dezembro de 2007 não poderão ser comercializadas lâmpadas fluorescentes compactas sem a etiqueta ENCE (ou seja, dentro de menos de 30 dias). Produtores, importadores e comerciantes de produtos de iluminação deverão seguir a nova regra, em todos os pontos da cadeia, de modo que, até lá, 100% do produto no varejo tenha a etiqueta ENCE. Produtos que não estejam de acordo, deverão ser retirados das prateleiras. Os consumidores também deverão estar atentos ao que estiverem comprando, verificando se o produto tem ou não o selo ENCE. Com isto, estarão não só adquirindo um produto de qualidade testada em termos de eficiência energética, como também reduzindo o valor de suas contas de luz. |
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O Reluz é um projeto do governo federal que tem benefícios de fácil verificação, entre eles, a colaboração para a redução do aquecimento global, o impacto direto no custo do serviço de iluminação pública prestado aos cidadãos, e também por liberar, definitivamente, dinheiro do orçamento municipal para questões mais urgentes, tais como saúde e educação. . |
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