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FEV/2008 - Incentivo às lâmpadas fluorescentes compactas |
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Revista O Setor Elétrico – fevereiro de 2008 - Brasil - Ainda há muito espaço para aplicar medidas de eficiência energética no Brasil. Esta é a opinião da Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (ABilumi), que defende que a substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes eletrônicas pode ser a ação que mais dê resultados em curto prazo.
Em relação ao ano de 2001, época do racionamento, o consumo de energia cresceu 32%, sendo 5,4% apenas em 2007. "No ano passado, o consumo das fluorescentes compactas foi 20% a 25% maior em relação ao ano anterior, índice que deve continuar aumentando, pois cerca de 50% dos lares brasileiros ainda utilizam lâmpadas incandescentes", afirma o presidente da associação, Alexandre Cricci.
Dados oficiais indicam que 68% das residências brasileiras consomem menos de 200 kWh/mês. São nesses locais onde há mais lâmpadas incandescentes em detrimento das fluorescentes econômicas. Um estímulo à troca das lâmpadas é uma das medidas sugeridas pela ABilumi, tendo em vista a crise de energia que se avizinha. Ademais, para o consumidor residencial, essa ação já traz uma economia da ordem de 80% na energia gasta com a iluminação. "A substituição de uma lâmpada comum de 60W por uma fluorescente de 15W gera uma economia de R$ 2 em um mês. Embora a lâmpada econômica tenha um custo três vezes maior do que o de uma incandescente, em quatro meses o consumidor recupera o investimento feito na compra e passa a ter lucro durante todo o restante da vida útil da lâmpada, que é dez vezes maior", completa o presidente da ABilumi.
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